Mostrar mensagens com a etiqueta Civilização. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Civilização. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Novidades Civilização



A Herdade, de Jane Smiley

Vencedor do Pulitzer e do National Book Critics’ Circle Award

O romance A Herdade, best-seller vencedor do prémio Pulitzer, foi escrito por uma das maiores romancistas americanas da actualidade. A propriedade de Larry Cook é a maior de Zebulon County, Iowa, e um reflexo do seu trabalho e perseverança. De um momento para o outro, Larry, um homem orgulhoso e possessivo, decide reformar-se e doar a propriedade às suas três filhas, numa atitude pouco típica do seu temperamento. Ginny e Rose, as filhas mais velhas, ficam surpreendidas com a atitude do pai mas ansiosas por aceitar. Caroline, a mais nova, tem algumas dúvidas e, de imediato, o pai exclui-a. Em A Herdade, Jane Smiley transpõe a história de O Rei Lear para a actualidade e, ao fazer isso, lança uma nova luz sobre o original de Shakespeare ao mesmo tempo que o transforma de forma subtil.



Como Tudo Começou, de Penelope Lively

Quando Charlotte é assaltada e fractura a anca, a sua filha Rose não pode acompanhar o patrão, Lord Peters, a Manchester, por isso a sobrinha dele, Marion, tem de ir no seu lugar; Marion envia ao amante uma mensagem escrita que é interceptada pela mulher… e isto é apenas o início de uma cadeia de acontecimentos que irão alterar várias vidas.
Neste romance sedutor, absorvente e escrito de forma brilhante, Penelope Lively mostra-nos como um simples acontecimento acidental pode significar a destruição e salvação de um casamento, uma oportunidade que aparece e depois desaparece, o encontro entre dois amantes que de outra forma nunca se teriam conhecido e a mudança irrevogável de várias vidas. Divertido, humano, comovente e astucioso, Como Tudo Começou é um trabalho brilhante de uma autora que está no seu melhor.



 Depois, de Rosamund Lupton

É um incêndio e eles estão lá dentro. Eles estão lá dentro… Fumo negro mancha o céu azul de verão. Uma escola está a arder. E uma mãe, Grace, vê o fumo e corre. Sabe que Jenny, a sua filha adolescente, está lá dentro. Corre para o edifício em chamas para a salvar. Depois, Grace tem de descobrir a identidade do autor do incêndio e proteger a sua família da pessoa que continua determinada a destruí-los a todos. Depois, tem de forçar os limites da sua força física e descobrir que o amor não conhece limites.





O Trio da Dama Negra (Sherlock, Lupin e Eu #1), de Irene Adler

Sherlock Holmes, Arsène Lupin e Irene Adler conhecem-se em Saint-Malo, por volta de 1870. Deveriam estar de férias, mas o destino trocou-lhes as voltas e os três veem-se envolvidos num crime: um colar de diamantes desaparece, é encontrado um homem sem vida na praia e uma silhueta escura aparece e desaparece sobre os telhados da cidade. A polícia está desorientada. Alguém terá de resolver o mistério…





O Segredo de Skye (As Irmãs da Caixa de Chocolate #2), de Cathy Cassidy

Quando Scott, Jack e Emily descobrem que está a ser rodado um filme no casarão das redondezas, não resistem a ir ver. Mas quando a deslumbrante actriz principal desaparece, os amigos apercebem-se de que têm um novo mistério para desvendar! Será que a estrela do filme foi raptada por um fã louco? Será que fugiu com o namorado? Ou ter-se-á aventurado no sótão do casarão e perturbado o lendário fantasma que o assombra? Este é o segundo intrigante mistério de uma nova série de fantásticas aventuras!



Trinta por uma Linha, de António Torrado
Ilustrações de Cristina Malaquias

Neste livro da autoria de António Torrado reúnem-se trinta contos pequenos, muito divertidos, muito engraçados. Desde a Aldinha que gosta tanto da escola que decide ensinar as formigas a ler; A gota de água que não quer cair em qualquer lugar; A bolacha Maria que não queria ser simplesmente Maria, queria ter mais nomes próprios e apelidos, e muito mais. As histórias são ligadas por uma linha que, desde a capa à contracapa passa por todas as páginas do livro, faz nós e corrupios, brinca com as histórias, entra nelas e estrutura toda a ilustração de Cristina Malaquias.

 

Antes de Adormecer - Opinião



Antes de Adormecer, de S. J. Watson

“Um romance de estreia excelente – bem escrito, genuinamente perturbador e psicologicamente muito plausível. São raros os thrillers melhores do que este.” Joanne Harris

«Durante o sono, a minha mente apagará tudo o que fiz hoje. Amanhã acordarei como acordei hoje de manhã. A pensar que ainda sou uma criança. A pensar que tenho toda uma vida de escolhas pela frente…»

As memórias definem-nos. O que acontece se perdemos as nossas memórias cada vez que adormecermos? O nosso nome, a nossa identidade, o nosso passado, até mesmo as pessoas de quem gostamos - tudo perdido numa noite. E a única pessoa em quem confiamos poderá estar a contar-nos apenas metade da história. Bem-vindos à vida de Christine.

Este livro conquistou-me pela capa. Gostei da capa. Gostei ainda mais do que li na contracapa. Como viver se perdemos as nossas memórias?
Desde o início pensei que seria um romance. A história de alguém que sofre de amnésia e do outro que cuida dela, o que a ama, o que lhe ensina todos os dias quem ela é.
Estava errada!
Christine acorda de manhã a pensar que fez asneira. Encontra-se num quarto que não conhece, com um homem que não conhece. Pensou que a bebedeira afinal foi maior do que pensava e que na certa se meteu com um homem casado. Mas ao ir à casa de banho encontra todas aquelas fotos em redor do espelho. Fotos que inicialmente pensa ser da esposa deste homem com que acordou. Até que o reflexo do espelho lhe mostra a mesma mulher das fotos. É ela! Ela é a mulher das fotos. Como é que não se lembra de nada?
Ben, o marido explica-lhe tudo. Em poucos minutos tenta fazer-lhe compreender a vida que vive, quem é, quem são as pessoas das fotos, quem é ela. Fala-lhe do acidente que a deixou assim há bastantes anos atrás. Que a deixou sem memória passada e incapaz de manter memórias a curto prazo ou fazer novas memórias. Explica-lhe que esta reacção acontece todas as manhãs. E que todas as manhãs passam por este processo de informação.
Como viver uma vida da qual não nos lembramos? Como acordar e não ter memória de nada? Christine tem dias em que acorda a pensar que é jovem, outros criança na casa dos pais. Mas todos os dias acorda com um homem ao lado. Um homem que diz ser seu marido.
Christine tenta assimilar tudo até àquele telefonema. De um jovem que se diz seu médico e que a vai buscar a casa. Que lhe explica que anda a ser consultada por ele às escondidas de Ben e que tem mantido um diário secreto onde escreve do que se vai lembrando. Christine descobre que tem feito progressos. Que aos poucos lembra-se de coisas, de situações, de pessoas…
E nesta altura entramos no diário dela. Somos leitores dele, tal como ela. Regressamos a essas semanas enquanto Christine lê o diário. Mas há um pormenor. Um pormenor assustador. Na capa do diário está escrito “Não confiar no Ben”.
É esta a premissa de um livro que aparentava-me algo e se torna totalmente diferente. À medida que lemos o diário de Christine vamos percebendo os seus medos, os pequenos vislumbres da vida passada e a suspeita de que algo não está certo. Que alguém mente nesta história.
Se antes do meio do livro já eu achava ter descoberto a marosca eis que me engano. As últimas páginas do livro tornam-se viciantes enquanto tentamos descobrir o que realmente aconteceu e o culpado. Não é um policial… mas podia ser.
As personagens são fantásticas e muito ricas em detalhes. Quase sentimos o medo e o desespero de quem acorda sem memória de nada. Sem saber quem é e o que a rodeia. Ben é uma personagem que ora nos inflige amor ora repulsa pelo que achamos serem mentiras que conta.
A trama desenrola-se através das páginas do diário de Christine numa escrita fluída e viciante. E o fim consegue quase ser uma surpresa.
Um excelente livro que recomendo. Não é uma leitura leve mas é prazerosa. É viciante e ao mesmo tempo suscita em nós uma questão: e se fossemos nós? E se as nossas memórias se perdessem assim, de um momento para o outro?
Agradeço às meninas do bookcrossing a partilha do livro para que ele tenha chegado às minhas mãos.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Os 200 anos de Orgulho e Preconceito



Orgulho e Preconceito de Jane Austen faz 200 anos

Orgulho e Preconceito, um dos grandes clássicos da literatura, foi publicado, a primeira vez, há exactamente 200 anos (a 28 de Janeiro). Assinada por Jane Austen, esta é uma das obras-primas da literatura incluídas na nova colecção, lançada pela Civilização Editora em Outubro passado, de clássicos intemporais – com capas modernas e atractivas e a um preço muito apelativo – que enriquecerão a biblioteca de qualquer pessoa.

 Orgulho e Preconceito

Uma clássica história de amor e mal-entendidos que se desenrola em finais do século XVIII e retrata de forma acutilante o mundo da pequena burguesia inglesa desse tempo. Um mundo espartilhado por preconceitos de classe, interesses mesquinhos e vaidades sociais, mas que, no romance, acabam por ceder lugar a valores mais nobres: o amor.
As cinco irmãs Bennet, Elizabeth, Jane, Lydia, Mary e Kitty, foram criadas por uma mãe cujo único objectivo na vida é encontrar maridos que assegurem o futuro das filhas. Mas Elizabeth, inteligente e sagaz, está decidida a ter uma vida diferente da que lhe foi destinada. Quando Mr. Bingley, um jovem solteiro rico, se muda para uma mansão vizinha, as Bennet entram em alvoroço…




A Autora:
Nascida em 1775, Jane Austen era a penúltima filha dos oito filhos do Rev.º George Austen, reitor de Steventon, Hampshire, onde a romancista viveu até a família se mudar para Bath em 1801, e para Southampton em 1805. Em 1808, depois da morte do pai, Jane Austen fixou-se perto de Alton, mudando-se, depois, em 1817, para Winchester, onde morreu de anemia nesse mesmo ano.
Começou a compor histórias e vários trechos quando menina. Estas obras juvenis seriam suspeitas se os manuscritos não existissem, pois mostram um dom satírico que é raro mesmo na maturidade intelectual. No entanto, o seu sucesso enquanto escritora foi conseguido sobretudo entre 1811 e 1816, com a publicação de Sensibilidade e Bom Senso, Orgulho e Preconceito, Mansfield Park e Emma. Teve ainda outros dois romances póstumos, Northanger Abbey e Persuasão, e deixou um último inacabado, Sanditon.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Novidades Civilização


A Arca, de Victoria Hislop

Tessalonica, 1917. No dia em que Dimitri Komninos nasce, um incêndio devastador varre a próspera cidade grega, onde cristãos, judeus e muçulmanos vivem lado a lado. Cinco anos mais tarde, a casa de Katerina Sarafoglou na Ásia Menor é destruída pelo exército turco. No meio do caos, Katerina perde a mãe e embarca para um destino desconhecido na Grécia. Não tarda muito para que a sua vida se entrelace com a de Dimitri e com a história da própria cidade, enquanto guerras, medos e perseguições começam a dividir o seu povo.
Tessalonica, 2007. Um jovem anglo-grego ouve a história de vida dos seus avós e, pela primeira vez, apercebe-se de que tem uma decisão a tomar. Durante muitas décadas, os seus avós foram os guardiões das memórias e dos tesouros das pessoas que foram forçadas a abandonar a cidade. Será que está na altura de ele assumir esse papel e fazer daquela cidade a sua casa?


Miramar, de Naguib Mahfouz

Um romance coeso e de grande carga emocional sobre vidas que se cruzam, Miramar desenrola-se na Alexandria do início dos anos 60. Seis personagens, todas agora exiladas por força das circunstâncias, tornam-se residentes da elegante e decadente Pensão Miramar. A figura central é Zohra, a bela camponesa cuja relação com as outras cinco personagens simboliza a essência da realidade política e social da época.





O Feitiço da Clorofila, de Miriam Dubini
Leila Blue n.º 3

Uma mensagem misteriosa chega à cave mágica de Primrose com um pedido de ajuda da bruxinha mais desastrada do mundo. Leila tem de cumprir a sua primeira missão como bruxa! No entanto, tem uma enorme surpresa: a mensagem vem do jardim da sua pior inimiga, Ivy Bullitpot, recentemente nomeada a nova rainha das bruxas. Com a ajuda do inseparável Florian, Leila vai viajar para os maravilhosos fiordes noruegueses, onde há harpas encantadas e lobos que falam, e descobrir a mais poderosa de todas as magias: o perdão.



André Topa-Tudo no País dos Minorcas, de António Torrado

O André Topa-Tudo é um superbebé que já nasceu ensinado. Parece que, depois das aventuras por que passou no primeiro livro da série, André Topa-Tudo no País dos Gigantes, se esqueceu, em grande parte, do que tinha aprendido. Mas esqueceu-se mesmo? Uns estranhos escuteiros rechonchudos começam a aparecer na loja de flores da mãe do André e esgotam os amores-perfeitos. Ao que vêm eles? O Andrezinho, de chupeta ao canto da boca, franze a testa. Terá suspeitado de algum perigo? Algo de muito grave está para acontecer. Mas o quê? Só lendo se saberá.



O Segredo da Felicidade, de Luísa Ducla Soares

Era uma vez um rei tão infeliz que chorava pelos olhos e pelo nariz. Nada lhe parava as lágrimas, que alagavam o palácio e constipavam a rainha, forçada a dormir numa cama sempre molhada. Vieram médicos famosos e bruxas de renome, até que um sábio declarou que o rei se curaria se vestisse a camisa de um homem feliz. Poderia o conto acabar com um provérbio: A RIQUEZA NÃO TRAZ A FELICIDADE, mas a autora e os criados não se conformaram com este fim e inventaram mais três, todos terminados com provérbios populares. Não há provérbios para todas as situações?