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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

O Teu Rosto Será o Último promovido em Espanha



João Ricardo Pedro viaja para Espanha onde, primeiro em Madrid depois em Barcelona, fará a promoção do livro O Teu Rosto Será o Último, vencedor do Prémio Leya 2011. Traduzido para castelhano por Ana Belén Costas, Tu Rostro Será El Último, título da edição espanhola, acaba de ser publicado pela Planeta, o mais importante Grupo Editorial do país vizinho.

O interesse no livro e na história de João Ricardo Pedro é de tal modo significativo que o escritor, durante dois dias, praticamente não fará outra coisa que não seja dar entrevistas aos principais órgãos de comunicação social, incluindo a TVE e os diários El Pais, ABC, La Vanguardia e La Razón, entre outros.

Para além de Espanha, O Teu Rosto Será o Último será igualmente publicado em França, Alemanha e Holanda, estando actualmente em negociação uma edição na Roménia.

Publicado em Março de 2012 pela Leya, o livro estreia de João Ricardo Pedro vai actualmente na 9.ª Edição, com mais de 35 mil exemplares vendidos. 

terça-feira, 29 de maio de 2012

Novidades D. Quixote para Junho


Gabriela, Cravo e Canela, de Jorge Amado

No ano em que se assinala o centenário do nascimento de Jorge Amado, a Dom Quixote reedita aquele que é, porventura, o seu livro mais emblemático. Gabriela, Cravo e Canela é mais do que a história de amor do árabe Nacib e da sertaneja Gabriela. É a crónica de uma pequena cidade baiana, Ilhéus, quando passava por bruscas transformações, por volta do ano de 1925. A riqueza trazida pelo cacau possibilitara o desenvolvimento urbanístico e o progresso económico, transformando profundamente a fisionomia da cidade.
Publicado em 1958, Gabriela, Cravo e Canela recebeu no ano seguinte os prémios Machado de Assis e Jabuti. Pouco depois, em 1961, Jorge Amado seria eleito para a Academia Brasileira de Letras, em grande parte graças ao estrondoso sucesso do livro.

Nas Livrarias a 11 de Junho


Flores Caídas no Jardim do Mal (Primavera), de Mons Kallentoft

O sol primaveril brilha em Linköping, no centro da Suécia, e aquece os poucos habitantes, ainda pálidos da escuridão de um inverno prolongado, que ousaram sair para tomar café nas esplanadas da cidade. Uma mulher passeia com as duas filhas pela Praça Grande da cidade e dirige-se à caixa automática de um banco para levantar dinheiro. E, subitamente, há um som aterrador que atravessa a cidade e faz estremecer as construções mais sólidas e os corações mais endurecidos. Momentos depois, Malin chega à praça e a visão que a atinge dificilmente poderá ser apagada…

Nas Livrarias a 11 de Junho


Escutando o Rumor da Vida seguido de Solidões em Brasa, de Urbano Tavares Rodrigues

Escutando o Rumor da Vida, como o próprio título o diz, é uma tentativa de visão global do mundo em que vivemos, mas inteiramente diferente das obras convencionais realistas e naturalistas. Bem pelo contrário, aqui reinam a excentricidade, a loucura, o humor e até o absurdo tornado real, desde a conversão do belo tenebroso Olímpio no herói da generosidade e do amor, à excentricidade erótica de Teresa Cordovil…
Já na novela Solidões em Brasa pode parecer mais natural a inquietação de Vítor Córdova, que procura no amor e no sexo, na viagem e nos seus pequenos delírios um sentido para a vida, que afinal não encontra, bem como Maria Lucília Rodrigues, pintora que acaba por se suicidar, desesperando de achar a harmonia, a verdade que perseguiu.

Nas Livrarias a 18 de Junho


Uma Manhã Perdida, de Gabriela Adamesteanu

Numa manhã fria de inverno, Vica Delcă, uma mulher de setenta anos a quem o regime comunista fechou a loja e que vive com dificuldades, caminha sozinha pelas ruas de Bucareste. A sua intenção é visitar a irmã e, de seguida, dirigir-se à mansão da sua antiga patroa em busca de um donativo mensal, mas também para conversar um pouco e lembrar os velhos tempos.
Uma Manhã Perdida é um magistral romance polifónico que, alternando entre o solene e o cómico, a ternura e o humor, nos relata a saga de uma família romena durante cem anos e, a partir desta, de todo um povo. Publicado em 1983, este é o romance que catapultou Gabriela Adameşteanu para a primeira linha dos escritores romenos.
Gabriela Adamesteanu estará em Lisboa, de 1 a 5 de Julho, para promover este romance.

Nas Livrarias a 25 de Junho


O Som e a Fúria, William Faulkner

O Som e a Fúria é a história da tragédia da família Compson, apresentando algumas das personagens mais memoráveis da literatura: a bela e rebelde Caddy; Benjy, o filho varão; o assombrado e neurótico Quentin; Jason, o cínico brutal; e Dilsey, o criado negro. Com as suas vidas fragmentadas e atormentadas pela história e pela herança, as suas vozes e acções enredam-se para criar o que é, sem dúvida, a obra-prima de Faulkner, e um dos maiores romances do século XX.
Esta edição, que assinala os 50 anos desde a morte do autor, conta com um prefácio de António Lobo Antunes.

Nas Livrarias a 30 de Junho

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Manuel Alegre em Pádua, Itália


Manuel Alegre está desde ontem, dia 22 de Maio, em Itália, mais precisamente em Pádua, para participar numa Jornada de Estudo sobre "Literatura em Língua Portuguesa e Testemunho", promovida pela Cátedra com o seu nome, criada pelo Departamento de Estudos Linguísticos e Literários da Universidade dos Estudos de Pádua. O poeta dissertará sobre "O Poema e a Vida" e a escritora Hélia Correia, também convidada para este evento, sobre "Uma Flauta que Cantava".
Os dinamizadores desta iniciativa são os professores Sandra Bagno e Marco Fazzini, estando ainda prevista, entre outras, a intervenção de Maria Luísa Cusati, especialista e tradutora da obra de Manuel Alegre em italiano.

Recorde-se que Manuel Alegre, de quem a Dom Quixote acaba de publicar o seu mais recente livro de Poesia, Nada Está Escrito, que já vai na 3.ª Edição, tem uma vasta obra traduzida em Itália, nomeadamente Canto Atlântico (Poesia, 1997), L'Uomo del Paese Azzuro (Contos, 1999), Cane Como Noi (Romance, 2008), Il Quadrato (Contos, 2009), Una Stella (Conto, 2010) e Jornada de África - Romanzo d'Amore e Morte del Sottotenente Sebastião (Romance, 2011).

A Cátedra Manuel Alegre na Universidade de Pádua foi inaugurada em 19 de Abril de 2010, com a presença do poeta, que na altura recebeu o título cidadão honorário daquela cidade.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Novidades Dom Quixote para Março


A Zona de Desconforto, de Jonathan Franzen

A Zona de Desconforto é a memória íntima que Franzen guarda do seu crescimento dentro de uma pele hipersensível, de “uma pessoa pequena e fundamentalmente ridícula”, passando por uma adolescência estranhamente feliz, até um adulto de paixões fortes e inconvenientes. Nas suas próprias palavras, Jonathan Franzen era o tipo de rapaz que tinha medo de aranhas, bailes de liceu, urinóis, professores de música, bumerangues, de raparigas populares – e dos pais. Não tinha nada contra os miúdos totós, a não ser o pânico de que o tomassem por um deles, destino que resultaria para ele na imediata morte social.

Nas livrarias a 10 de Março


Ribamar, de José Castello

Trinta anos depois da morte do pai, o filho, que teve sempre uma relação conturbada com ele, acerta contas com o passado de ambos. Inspira-se na «Carta ao Pai», de Franz Kafka, um escritor por quem nutre uma doentia, mas fértil, obsessão. Uma canção de embalar, «Cala a boca», – a mesma que o pai lhe cantava para o adormecer – serve-lhe de bússola. É também sobre essa canção que assenta a estrutura do livro. Ribamar é um romance que se expõe. Um romance sobre a dor de escrever um romance.

Nas livrarias a 17 de Março


O Imperador Das Mentiras, de Steve Sem-Sandberg

Para escrever este romance, Sem-Sandberg, que com ele conquistou o Prémio August, inspirou-se no arquivo do gueto de Lodz. Nele encontrou muitos factos oficiais relativos ao gueto, mas também informações interditas, escondidas pelos resistentes, como boletins de guerra de aliados, cartas das frentes e diários íntimos. Ao mostrar o que o romance pode explicar do Holocausto, o autor apresenta-se como herdeiro de outra forma de cumprir o dever de lembrar: ele não é uma testemunha, mas um passador. Sem testemunhas a história perde o seu sentido; sem passadores, ela apaga-se.

Nas livrarias a 24 de Março