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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Mulheres Pintoras em Portugal - Novidade



Mulheres Pintoras em Portugal: De Josefa d’Óbidos a Paula Rego

Com 312 páginas impressas a cores, profusamente ilustrada, constituída por 14 capítulos assinados por especialistas e académicos de referência e coordenada pelas Professoras Raquel Henriques da Silva, da Universidade Nova de Lisboa, e Sandra Leandro, da Universidade de Évora, esta obra, única no seu género, ficará disponível muito em breve.

“A história das mulheres artistas em Portugal tarda em ser contada, analisada, contextualizada, vista e finalmente admirada."

As pintoras analisadas e retratadas neste livro são: Josefa d’Óbidos, Joana do Salitre, Josefa Greno, Aurélia de Sousa, Mily Possoz, Sarah Affonso, Vieira da Silva, Graça Morais, Ilda DavId’, Ana Vidigal e Paula Rego.


Na página do Facebook da editora pode ser visualizada a capa e 6 páginas… para abrir o apetite!

terça-feira, 24 de julho de 2012

Divulgação Esfera do Caos


A Vida Repercutida - Uma leitura da poesia de Gastão Cruz, de  Luis Maffei e Pedro Eiras

20 pequenos ensaios sobre poemas de Gastão Cruz.
Uma entrevista com 11 perguntas a Gastão Cruz.
Uma antologia com 31 poemas de Gastão Cruz.

Este livro nasce de leituras, ou uma só leitura. Ano após ano, de um lado e outro do Atlântico, lemos e relemos a poesia densa, intensa, de Gastão Cruz. Até surgir esta tentação: a de ler por escrito, responder, em jeito de ensaio, aproximação.
Antes e depois, a palavra ao poeta: Gastão assina o texto, ou autobiografia, que abre o livro, e responde a uma entrevista, para a qual convidámos onze finas vozes, a alargar a rede de cumplicidades. Terminamos com uma antologia: escolhemos, de vinte livros de Gastão Cruz, trinta e um poemas.


Contos do Nosso Tempo, de Vários

Emoções intensas e diversidade de abordagens, em pequenas histórias para entreter e fazer sonhar.

Em traços livres e desassombrados, esta colectânea alimenta-se da matriz que nos deixaram os Grandes Mestres do Conto: o fulgor narrativo e a essencialidade da linguagem.
“O conto é uma forma literária encantadora”, disse Trindade Coelho, acrescentando: “E o maior assunto, ou o mais complexo, cabe no conto, pela mesma razão que nas proporções delicadas de uma miniatura pode caber, desafogado, um grande quadro.”
Nesta obra, cada autor, cada história, cada conjunto de histórias, assumiu o risco da sua própria liberdade criativa, assim como o desejo de escrever pelo puro prazer de escrever e a vontade de partilhar.


O Transplantado e o Fim|gimento, de José Baptista Coelho

Uma obra poética atípica que procura eliminar a barreira que persiste entre a poesia e outros géneros literários. Escritos num ritmo próximo da prosa, os poemas desta obra remetem o leitor para a simplicidade dos romances clássicos.

Dirigida simultaneamente aos mais comuns amantes da poesia e aos leitores que se iniciam neste género literário, esta obra oferece uma centena de poemas que demonstram uma extrema necessidade de contemplação e de amor aos sentimentos. Com ela, o autor procura demonstrar que a poesia não é um monstro, como alguns a pintam, mas um género apreciável na mesma medida que qualquer outro, conferindo aos seus poemas um ritmo romancista contemplável por qualquer amante da literatura.
Os poemas desta obra são metáforas de amores ao ritmo de relógios de corda com abundâncias de despedida e transplantações de sentimentos. E este autor, poeta, é um fingidor como todos os outros – mas é também, e acima de tudo, humano, e por isso entendível por qualquer mortal.



Solução para a crise nacional e europeia, de Ventura Leite

As causas da crise e os caminhos que deveremos percorrer se a quisermos vencer.

Uma proposta de saída para a crise — inovadora e corajosa, mas também realista e bem fundamentada —, que se destina a motivar os cidadãos e a incentivar os decisores políticos.
Neste livro o leitor encontrará informações, análises e propostas que contribuirão para mudar a sua perspectiva acerca da crise e da atitude a tomar face aos desafios que estão já a moldar o nosso futuro colectivo e que são muitas vezes omitidos ou distorcidos por aqueles que não sabem como interpretar a realidade, ou como mobilizar o país nesta encruzilhada histórica.

“Ventura Leite teve o mérito de alertar para o mau caminho da nossa economia e fê-lo há mais de três anos, enquanto deputado do PS, com um discurso sério, ponderado e informado… mas contrário ao ar do tempo. Neste livro analisa as causas nacionais e internacionais da crise e faz propostas ousadas… Esta é uma obra desafiante e polémica, que merece uma leitura muito atenta...” Henrique Monteiro, Jornalista

“Nesta obra, que não poderia ser mais oportuna, Ventura Leite apura e aprofunda ainda mais o seu sentido crítico e a sua independência de pensamento. Se em Abril de 2009 teve a coragem de denunciar em pleno Parlamento a desastrosa trajectória da dívida pública irresponsavelmente acumulada pelo Governo do seu partido, em 2012 analisa, sem preconceitos, as raízes da crise da Zona Euro e as tarefas inadiáveis que, em qualquer dos dolorosos cenários possíveis, cabem à iniciativa dos portugueses e das nossas políticas públicas.” Viriato Soromenho-Marques, Professor catedrático da Universidade de Lisboa



Da origem popular do poder ao direito de resistência, de Pedro Calafate

Doutrinas políticas no século XVII em Portugal

O que disseram os mais importantes pensadores portugueses da filosofia política de Seiscentos acerca da finalidade do poder, da ética da governação e do direito à resistência activa perante a injustiça?
Dedicada às doutrinas políticas portuguesas do século XVII, esta obra confronta o leitor actual com teses muitas vezes surpreendentes e inusitadas sobre a origem democrática ou popular do poder político, a fundamentação ética da política, o direito de resistência activa contra a tirania e a injustiça, e as relações entre a Igreja e o Estado. Os autores analisados são de Seiscentos, mas as suas ideias revelam, por vezes, uma espantosa actualidade neste início do século XXI e muito em particular neste momento de gigantescos desafios que agora vivemos — talvez porque os pensadores que este livro convoca escreveram numa época também ela marcada por enormes desafios: a edificação e conservação do império e a restauração da independência nacional, perdida em 1580.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Novidades de Maio da Esfera do Caos

Do Desespero ao Bem-Estar, de Nuno Pereira
Este livro trata da depressão e da felicidade: dois temas distintos, mas complementares. O primeiro tema, a depressão, segue um modelo centrado na doença, e o outro, a felicidade, um modelo que se baseia nas determinantes da saúde.

As pessoas procuram não só livrar-se da depressão, como também melhorar o seu bem-estar psicológico. Querem reduzir o estado negativo a um estado neutro — garantindo ausência de sofrimento —, mas também querem acrescentar valor positivo à sua existência — alcançando uma situação óptima de bem-estar.

Nesta obra, o doente depressivo e todos os que o apoiam — familiares e amigos — encontram explicações e esclarecimentos que complementam a informação dada pelo terapeuta na consulta.

Um pequeno manual sobre a depressão – as suas consequências, as suas causas e as diferentes terapêuticas -, mas também sobre as vias que asseguram a felicidade.



Jesuítas, Ciência e Cultura no Portugal Moderno, de Henrique Leitão e José Eduardo Franco
Obra Selecta do Pe. João Pereira Gomes, sj

A Ordem de Santo Inácio formou e integrou nas suas fileiras homens de grande craveira intelectual que realizaram notáveis trabalhos de pesquisa e divulgação científica — figuras de grande mérito que passaram quase despercebidas no seu tempo e que foram entretanto sujeitas ao esquecimento. É um destes estudiosos quase esquecidos, que trabalhou discretamente, deixando, no entanto, uma produção científica de enorme qualidade, que agora se apresenta nesta obra selecta. Revisitar e recuperar, para o conhecimento e estudo do grande público, o trabalho paciente e rigoroso do Pe. João Pereira Gomes é fazer homenagem a quem desbravou caminhos e deu a muitos estudiosos informações preciosas para novas abordagens historiográficas, filosóficas e até mesmo teológicas.

Os contributos de Pereira Gomes para o conhecimento da vida cultural da Companhia de Jesus e, mais geralmente, para o conheci­mento da história intelectual do nosso país são da maior importância. Os seus trabalhos, com efeito, são peças indispensáveis na reconstrução historiográfica da vida intelectual e científica portuguesa do passado. Em poucas palavras, foi ele o responsável pelo lan­çamento das primeiras pedras e pela abertura de vias que hoje em dia se converteram em riquíssimos campos de investigação, quer nacional quer internacionalmente.



Corpo e Pós-Modernidade, de Luís Coelho

Tendo originado já grandes querelas, o conflito modernismo versus pós-modernismo é nesta obra revisitado numa síntese única e original. Partindo das relações que as «indústrias do corpo» estabelecem tanto com o capitalismo como com a nova e emergente idade pós-moderna, este livro abre-nos um caminho lógico e gradual no sentido da aceitação de uma nova atitude — pós-moderna — e de uma realidade — multi-complexa e multi-dimensional — que nos obrigam a reavaliar muitas ideias que até agora aceitámos passivamente.

O que surpreende nesta obra — e aquilo que a torna inovadora — é a síntese de temas que têm gerado polémicas, por muitas vezes terem sido mal compreendidos. Será o «fitness» uma grande ilusão? Será o «wellness» uma indústria de alienação? E que relação existe entre a corporeidade e o dealbar da pós-modernidade?



Mr Finney e o mundo de pernas para o ar, de Laurentien Van Oranje & Sieb Posthuma

Mr Finney vive na casa que ele próprio construiu e conhece cada milímetro do seu jardim. Passa grande parte do tempo com o seu melhor amigo Caracol, sentado no ramo mais baixo da sua árvore favorita. Mas a sua vida sossegada muda quando aparece a Pinky Pepper, uma criaturazinha voadora cor-de-rosa berrante que adora “glimpsar” pelo mundo a grande velocidade. No seu SuperBipBip mostra-lhe imagens de grandes cidades, oceanos, selvas, calotas glaciares e uma bandeira misteriosa.

Mr Finney fica curioso pelo mundo que está para além do seu jardim. Tem inúmeras perguntas mas, antes de se dar conta, a Pinky Pepper já desapareceu. Para obter respostas, Mr Finney decide fazer ele próprio uma viagem. Trava conhecimento com muitos animais diferentes e descobre que o mundo não é belo por toda a parte. Mas aprende também que fazer perguntas ajuda e que as soluções às vezes se encontram mais perto do que se pensa.

Mr Finney e o mundo de pernas para o ar é o primeiro livro infantil de Laurentien van Oranje e Sieb Posthuma. Este livro de ver e ler (em voz alta) leva jovens e adultos a viver a emocionante viagem de descoberta de Mr Finney, que procura respostas para as suas perguntas sobre o mundo à sua volta.
 

O Lugar das Coisas, de Miguel Almeida

“Em O Lugar das Coisas cabemos todos, criados pela voz singular de Miguel Almeida, que nos recria até ao âmago da alma e onde, mais puros, perdemos a inocência. Um livro de poesia e de vida, de humanidade e mundanidade, que nos coloca no lugar e nos acorda dos autómatos em que nos tornamos.” Luís Miguel Rocha

“Gosto muito da musicalidade — principalmente os cativantes ritmos — dos poemas de O Lugar das Coisas.” Richard Zimler

Neste nosso mundo, dito desencantado, por fora tão deslumbrante e rico de promessas, mas tão desolado e vazio por dentro, onde enraizar a esperança que nos permite ser e viver?

Não há nada de simples, nas coisas mais simples da vida, como o sonho e a alegria, o amor e a felicidade, agora e sempre, o desejo de transcender o real.

Espaço de comunicação e comunhão, O Lugar das Coisas alimenta-se da palavra do que somos, como seres vocacionados para a alegria, o amor e a felicidade.

Espaço de solução e consolação, O Lugar das Coisas é como um Sol no centro da vida, numa demanda de valor e sentido para existir e ser vivida.



Idades, de Ana Wiesenberger

Em Idades é possível encontrar o percurso de uma vida num caleidoscópio de imagens. Adivinha-se, por entre as páginas, a miúda traquinas e vivaça, a adolescente sedenta de vida, a mulher adulta à procura da realização pessoal e do amor, e a figura algo andrógina de meia-idade, dobrada pela doença e pelo medo da morte.

Todavia, Idades é muito mais do que isso: vai conduzir o leitor a uma cumplicidade de sorrisos e recordações há muito esquecidas num canto da mente.

Não há nesta obra um promontório de dor e desilusão, mas antes uma promessa de transcendência e vitória, de transformação e sentido perene.

Idades não é uma bola de cristal que permite entrever uma vida através dos seus momentos mais emblemáticos, assinalados pela voz dos poemas. Idades é um espelho mágico em que o leitor se pode ver e amar enquanto sujeito ao comungar de um modo directo ou indirecto das respirações da poetisa.



quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Novidades Esfera o Caos


Podemos Matar um Sinal de Trânsito?, de Porfírio Silva

Sem ser um romance, este livro é como um romance: no fundo, conta uma história que queremos saber como acaba. Sem ter a forma de um ensaio, é um ensaio: tem uma tese, mas não a impõe, nem arregimenta os argumentos em ordem clássica, dei­xando ao leitor o trabalho, que aqui é um gosto, de descobrir o seu próprio caminho marítimo para a Índia. Acima de tudo, este livro é um divertimento, mas também é filosofia por ser pensamento estruturado para lá das fronteiras das disciplinas, e tam­bém é política por questionar dinâmicas profundas da nossa vida colectiva.
Neste livro somos confrontados com factos que passam nos jornais e nas televisões como episódios anedóticos, mas que descobrimos serem afinal muito mais sérios do que parecem. O autor, entretanto, leva-nos a descobrir com um novo olhar o que pensávamos estar cansados de saber.


A Oriente do Silêncio, de Rui Rocha

A poesia da dinastia Tang, na China (618-907), e a poesia haiku, que há-de surgir mais tarde no Japão, são registos do instante, totalizante, intuitivo e, por isso mesmo, simples e conciso. Com uma subtileza encantadora, este livro capta a essência destas tradições poéticas.
A poesia de Rui Rocha sugere, tal como acontece com a fluidez e plasticidade da caligrafia chinesa, a visibilidade dos sentidos do que se contempla mas não pode ser inteiramente expresso. É um relato sensível do aqui e agora do lugar. É essencialmente o estar que transcende a dimensão do texto, reservando um espaço para o silêncio entre as palavras, o tecido intersticial que afinal confere sentido ao próprio texto. É, por fim, a fluência do rio raso sobre o leito arenoso de que fala Bashō e a percepção do sublime nos ritmos e tempos dos dias, das noites, das estações do ano, do cosmos onde algo de maravilhoso parece existir entre o que é substancial e o que não é.
Desta obra emerge uma poética do branco, a cor do enigma, e da luminosidade personificada pela lua cheia tão ao gosto dos poetas da China e do Japão.


Maçã de Zinco, de Alice Caetano

A autora, uma revelação autêntica! O livro, talvez a semente de uma rebelião no panorama da poesia portuguesa contemporânea!
Imagine-se uma obra poética em que os textos podem assumir a forma de um diálogo, ou de uma receita de culinária, e em que se cruzam salmos com música reggae, e em que se descrevem pinturas surrealistas, e em que se retratam operários e mulheres camponesas… Imagine-se ainda que nessa obra se misturam ideias irónicas e absurdas, o sagrado e o profano, o amor e a infância… Imagine-se finalmente que essa obra surge marcada por um estilo invulgar: que causa perplexidade mas que, ao mesmo tempo, leva a alma ao rubro.
Neste livro, as palavras, destrancadas, encarnam numa prosa poética ímpar e luminosa.


Razão e Liberdade – O Pensamento Político de James Madison, de José Gomes André

Pela primeira vez em Portugal, um livro sobre o pensamento de James Madison, um dos mais notáveis Founding Fathers dos EUA e um dos maiores expoentes do republicanismo liberal, do federalismo e de diversas tendências fulcrais da ciência política moderna — um extraordinário pensador e líder político praticamente esquecido no continente europeu.
Num momento de crise da democracia e de cepticismo quanto ao futuro da União Europeia, é urgente conhecer os fundamentos teóricos do republicanismo e do federalismo. James Madison, um dos mais esclarecidos estadistas norte-americanos, defendeu a possibilidade de se criar uma república federal, desde que sustentada em sólidos alicerces políticos, sociais, jurídicos e constitucionais. As suas propostas colocam em primeiro plano o federalismo como instrumento de cooperação, o pluralismo como núcleo central de uma comunidade livre e a cidadania como fonte de legitimação das sociedades liberais.