Mostrar mensagens com a etiqueta Março. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Março. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 22 de março de 2017

A Terra de Ana, de Jostein Gaarder - Opinião



A Terra de Ana, de Jostein Gaarder
Uma história sobre o clima e o meio ambiente

O que farias se recebesses uma visão do futuro?

Depois de receber um presente misterioso no seu décimo sexto aniversário, sempre que adormece, Ana é transportada da sua cabana idílica nas montanhas da Noruega para o mundo desolado da sua bisneta Nova, em 2082. As plantas e animais praticamente desapareceram e Ana percebe que tem de fazer algo para evitar este futuro apocalíptico. Com a ajuda do seu psiquiatra e, mais importante, de Nova, Ana tentará enfrentar os problemas climáticos que assolam a Terra. Mas irá a tempo?

Tenho dois escritores favoritos. Considero favoritos aqueles que sigo sempre o que publicam e que de certa maneira a sua escrita mudou algo da minha vida: Marion Zimmer Bradley e Jostein Gaarder.
A Marion é fácil de explicar pelo seu mundo criativo e pela publicidade que tem. Jostein Gaarder, no entanto, não é um escritor tão conhecido e badalado.
Conheci-o através de O Mundo de Sofia, como qualquer adolescente. Utilizei-o, inclusive, para estudar sociologia. No entanto, o seu mundo e as suas ideias conquistaram-me com O Enigma e o Espelho.
Jostein Gaarder tem um modo de escrita muito próprio e uma linha de pensamento em quase todos os seus livros. Por exemplo, em O Mundo de Sofia, a personagem principal Sofia lê sobre a vida de Hilde, que não sabe que é uma simples personagem de livro, quando a própria Sofia é uma personagem do livro que nós próprios lemos. Já em O Mistério de Natal, algo parecido acontece ao ler-se nos quadradinhos do calendário uma história fantasiosa mas com contornos cada vez mais reais misturados com a verdadeira história de uma menina que desapareceu de um centro comercial. Podem ler aqui.
O que eu quero dizer é que Jostein Gaarder, graças também ao seu percurso relacionado com a filosofia, remete-nos sempre para mundos dentro de outros mundos, realidades paralelas que nos fazem questionar muita coisa.
E neste novo livro A Terra de Ana não desilude. Ana é uma jovem prestes a fazer 16 anos. Uma jovem com uma preocupação enorme pelo meio ambiente, pelos animais e pela forma como o ser humano está a acabar com o ecossistema.
Mas numa noite Ana tem um sonho estranhíssimo. Onde já não é Ana e sim Nova. O seu quarto tem uma cor diferente, o mundo à volta é diferente. Já não há praticamente nenhuns animais, os povos tiveram de ir para norte para fugir à seca e aos desertos. O mundo está a morrer. Mas Ana, que nesse sonho é Nova, vê outra pessoa no sonho, a bisavó de Nova. A velha senhora tem um anel igual ao que Ana recebeu pelos seus 16 anos. A velha senhora chama-se Ana. A velha senhora é ela…
Então como pode Ana sonhar com duas pessoas e ser ao mesmo tempo as duas?
E, mais importante, terá sido um simples sonho?
Numa viagem pelo ecossistema, pela urgência de salvar o nosso planeta, de deixar um legado aos nossos descendentes, acompanhamos Ana a tentar encontrar um sentido para o que sonhou (ou viu) enquanto tenta salvar o mundo.
Confuso? Talvez…
Com este livro aprendi bastante sobre os ecossistemas. E é, sem dúvida, um alerta para o que estamos a fazer ao nosso planeta. Estamos a gastar mais do que conseguimos ter. E a continuar assim o mundo de Nova não será apenas um sonho e sim uma realidade. Jostein Gaarder consegue arrebatar-nos nesta luta pelo ambiente sem ser demasiado extremista. Afinal estamos a ser guiados pela inocência de uma rapariga de 16 anos. Mas as perguntas que faz, os problemas que levanta, não deixam de ser pertinentes. Não deixam de ser um alerta para as nossas próprias acções.
E a “magia” da escrita de Gaarder está lá ao criar um mundo paralelo e futurista, onde Ana é a própria bisneta que tem uma nova oportunidade de salvar o planeta.
Será, sem dúvida, um livro a que terei de voltar. Com mais calma e mais tempo. Com a cabeça mais leve e livre.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Lago Perdido, de Sarah Addison Allen - Opinião

Lago Perdido, de Sarah Addison Allen

A primeira vez que Eby Pim viu Lago Perdido foi num postal. Apenas uma fotografia antiga e algumas palavras num pequeno quadrado de papel pesado, mas quando o viu soube que estava a olhar para o seu futuro.
Isso foi há metade de uma vida. Agora Lago Perdido está prestes a deslizar para o passado de Eby. O seu marido George faleceu há muito tempo. A maior parte da sua exigente família desapareceu. Tudo o que resta é uma velha estância de cabanas outrora encantadoras à beira do lago a sucumbirem ao calor e à humidade do Sul da Georgia, e um grupo de inadaptados fiéis atraídos para Lago Perdido ano após ano pelos seus próprios sonhos e desejos.
É bastante, mas não o suficiente para impedir Eby de abrir mão de Lago Perdido e vendê-lo a um empreiteiro. Este é por isso o seu último verão no lago… até que uma última oportunidade de reencontrar a família lhe bate à porta.

Sarah Addison Allen é uma das minhas autoras de eleição. Considero que os livros dela são doces. Aquela doçura que nos faz lembrar a infância, os amores, a magia… Lago Perdido foi-me oferecido nos meus anos pela minha irmã (de alma) que podem visitar aqui.
Lago Perdido soube-me a pouco. Para os livros anteriores de Sarah, Lago Perdido sabe a pouco. Não desilude, isso não. Mas sabe…. A um verão que terminou abruptamente, que não teve a magia a que fomos habituados.
A autora apresenta-nos Eby e George na sua lua-de-mel em Paris. Eby vem de uma longa linhagem de mulheres Morris que acham que a felicidade está nos maridos ricos e no dinheiro. E apesar de Eby conquistar um marido rico ela é uma pedra solta nessa linhagem. Durante o livro somos transportados por memórias de Eby. A lua-de-mel, a decisão de comprar o Lago Perdido, o voltar para casa.
O presente abre a sua história com Kate, sobrinha-neta de Eby, recentemente viúva e com uma filha a cargo. Devido ao desespero deixa-se controlar pela sogra durante um ano fazendo-lhe as vontades e deixando-a tomar conta da sua vida, e da sua filha. Mas um dia Kate acorda do seu “sonho”. E percebe que Devin, a filha, já não é a criança alegre que era. E que isso se deve ao controle da sogra.
A descoberta de um postal antigo de Eby leva-as a viajar até ao Lago Perdido em busca de algo, de um passado, de um presente, de um futuro… ou delas mesmas.
O lago perdido é uma estância de férias que nos seus tempos áureos vivia recheada de turistas. Agora Eby vê-se na impossibilidade de conseguir manter o lugar. Viúva, sem dinheiro suficiente e com pouco que a prenda ali, considera por fim vender o local. Ao saber disto duas personagens surgem na tentativa de viver o último verão naquela estância.
E são as personagens deste livro que o tornam tão rico. Selma e os seus 8 feitiços que conquistam homens. A mulher fatal condenada, por sua própria escolha, a roubar os maridos das outras. Bulahdeen, a velha professora de literatura que não volta a ler os livros que leu porque os finais mudam. Jack, o dentista que não consegue interagir com pessoas e prefere o silêncio. Wes… o companheiro de aventuras de Kate naquele verão há muitos anos que passou no Lago Perdido.
Lisette… confesso que Lisette é a minha personagem preferida. A muda rapariga francesa a quem Eby salva a vida e que passa a vida “agarrada” a um passado e a uma cadeira.
As personagens são ricas. São fáceis de se gostar delas. O que já é normal na autora. A história tem a magia a que estamos acostumados. Como o postal que aparece como por magia, o aligator que parece indicar o caminho e que só Devin vê, a cadeira de Lisette…
Penso que o ponto fulcral da história, para mim, é a ideia que os fins podem ser mudados. Que nenhuma história é linear, igual. Que o fim pode ser trabalhado, pode mudar, consoante o caminho que se escolha.
E é isso que as várias personagens têm de fazer: escolhas. Escolhas que mudem o seu final, que mudem o seu caminho… que mudem a sua vida para aquilo que realmente querem.
Não é um dos melhores da autora. Mas não desilude. Lê-se bem e encanta. Mantêm-nos presos à sua magia e à sua história. Para mim o único defeito é ter um fim demasiado abrupto, demasiado rápido e com poucas explicações.

Um bom livro para as férias da páscoa… para aqueles que as têm…

terça-feira, 25 de março de 2014

Entrega Total, de Cheryl Holt - Opinião

Entrega Total, de Cheryl Holt
Quinta Essência

Com os últimos bens perdidos ao jogo pelo seu dissoluto irmão, Lady Sarah Compton viajou até uma festa numa casa de campo para desfrutar de um derradeiro momento de graciosidade e de beleza. Contudo, ignora que a ocasião é igualmente um famoso evento, em que membros da aristocracia podem realizar todas as suas fantasias sensuais e caprichos eróticos. Tão-pouco se apercebe de que o homem maravilhoso que entrou furtivamente no seu quarto é nem mais nem menos do que Michael Stevens, um libertino que dá e recebe ousadamente prazer...

Filho bastardo de um conde, Michael Stevens usufrui da sua reputação como o mais famoso sedutor de Londres. Contudo, não faz ideia de como atuar perante a beleza ruiva que quase confundira com uma nova conquista, nem de como uma ingénua poderia ter sido convidada para uma reunião onde a entediada elite de Londres satisfaz os seus desejos carnais. Quando Lady Sarah Compton recusa seguir o aviso de Michael - o de abandonar a casa para seu bem - nasce uma forte atração e ele anseia por ser o seu tutor na arte da paixão…

Após uma cirurgia e com os efeitos ainda da anestesia a baralharem os neurónios a cabeça não permite livros “pesados” ou que nos façam pensar em demasia. Sendo assim Entrega Total, de Cheryl Holt, é o livro ideal. Leve, não obriga a pensar e não obriga a prestar demasiada atenção para conseguir seguir a história.

A autora apresenta-nos um desses romances tórridos e quase pornográficos que andam na moda. Sim, não utilizo a expressão que costumo usar de “pseudo-eróticos” porque neste caso a história passa bem essa fronteira.

Lady Sarah é uma jovem solteirona (com apenas 25 anos mas sendo um livro de época é considerada solteirona) a braços com uma herança perdida, uma casa arruinada e um irmão viciado no jogo que perde até a roupa que têm no corpo. Segue o conselho do irmão e vai até à casa de campo de uma amiga para descansar. No entanto, as intenções do irmão são arranjar-lhe um marido à força que lhe pague as dívidas. E consciente disso não a avisa que a casa de campo da amiga é na verdade um local onde se desenrola uma festa libertina em que os membros da aristocracia cedem às suas fantasias e caprichos eróticos. Nessa casa conhece Michael Stevens que é compelido a um sentimento de protecção para com a rapariga e se torna seu professor nas artes do quarto.

Com uma base destas não podemos esperar muito mais do livro. Espantou-me a personagem de Sarah não ser retratada como inocente, afectada, insolente ou mimada. Pelo contrário, é uma personagem de carácter forte (o que se confirma no final).

O livro praticamente todo consiste nas descrições das “aulas” que Michael dá a Sarah. Por isso compreendem quando digo que não é necessária grande atenção para conseguir seguir a história.

O final é o esperado, sem grandes surpresas, o que torna este livro uma leitura óptima para dias de praia, dias de férias, para quem não quer algo muito complicado ou simplesmente só quer conhecer mais alguma coisa da autora.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Novidades Presença



Novidades

Os Guerreiros do Arco-Íris, de Andrea Hirata

«Inacreditavelmente comovedor e pleno de esperança, Os Guerreiros do Arco-Íris arrebatou mais de cinco milhões de leitores por toda a Indonésia, tornando-se no maior bestseller de sempre naquele país. Não deixará de o arrebatar a si também!» Penguin Books

Este é o primeiro romance do indonésio Andrea Hirata, que o escreveu em homenagem à sua escola, aos seus professores e ao grupo de crianças com quem cresceu e partilhou experiências extraordinárias. A história é contada na primeira pessoa por Ikal, um rapaz que tem seis anos quando o romance abre, e decorre na pequena ilha de Belitong, onde a maioria da população vive em condições de extrema pobreza. Para estas crianças, a sua escola, uma velha construção de madeira, é o lugar onde são felizes e a única possibilidade de escaparem à pobreza. Mas para eles como para os dois únicos professores há que travar uma batalha constante face à ameaça de a escola ser fechada. Felizmente Pak Harfan, o director da escola, e Bu Mus, a jovem professora, souberam incutir nestas crianças a auto-estima e o amor pelo conhecimento que lhes permite defender corajosamente o seu direito à educação.

Uma história comovente, cheia de exotismo e magia, que transmite uma forte mensagem de esperança.

Os Guerreiros do Arco-Íris vendeu mais de cinco milhões de cópias na Indonésia, fazendo dele o escritor mais vendido de sempre no seu país e também o primeiro escritor indonésio a alcançar inequívoco sucesso internacional.

Ler excerto aqui


A Democracia na Europa, de Sylvie Goulard e Mario Monti
Uma perspectiva de futuro

Os autores deste livro, dois europeístas de larga experiência, tomam como ponto de partida e fonte de inspiração para as suas reflexões Tocqueville para repensar a União Europeia em moldes inteiramente novos e sob uma perspectiva de longo prazo, para que os europeus possam escolher juntos e de forma directa os seus governantes através de instituições supranacionais. A Democracia na Europa, que se propõe como um contributo para a construção de uma união económica e política forte, elenca temas da máxima importância para a vida de todos nós e centra-se em aspectos pouco conhecidos do público português e dos cidadãos europeus em geral.

Ler excerto aqui


Está Aí Alguém?, de Sol Blanco-Soler

Um ruído estranho, um objecto que se move, uma presença invisível perto de nós... e a pergunta «Está aí alguém?» dispara na nossa mente – embora seja possível que muitos não se atrevam a formulá-la por preferirem não saber a resposta. Sol Blanco-Soler recolheu neste livro as diferentes teorias que tentam explicar estes fenómenos, documentando uma grande variedade de casos reais. Com o poder de síntese e a objectividade próprias do seu cargo de «notária» do Grupo Hepta – a mítica equipa criada pelo padre Pilón, decano da investigação paranormal em Espanha –, a autora realiza uma análise profunda de alguns dos casos mais importantes de aparições fantasmagóricas, poltergeist e casas assombradas.

Como podemos reconhecer uma casa assombrada? Existem lugares preferidos para os fantasmas? O que é um fenómeno poltergeist? Está Aí Alguém destina-se a todos os que desejam conhecer a verdade.   

Ler excerto aqui


Forever - Um Amor Eterno, de Maggie Stiefvater

Depois de Shiver e Linger, dois romances que emocionaram leitores de todas idades em países de todo o mundo, Forever abre quando Grace acaba de sair da sua mutação em loba... acossada desde logo, ao aperceber-se de que a comunidade humana planeia o extermínio da alcateia a que agora pertence. Sam faria tudo por ela, mas conseguirá ele encontrar a cura para recuperar Grace e ficar com ela para sempre?

A trilogia Shiver conta já com um milhão e setecentos mil exemplares impressos só nos EUA, tem recebido inúmeras nomeações e prémios, e encontra-se traduzida em 36 idiomas.

Ler excerto aqui


A Frágil Doçura do Bolo de Limão, de Aimee Bender

«Extraordinariamente belo... Vai sentir-se tentado a ver o que os autores talentosos fazem quando abrem pequenos rasgos no tecido da realidade.» The Washington Post

Na véspera do seu nono aniversário, a delicada Rose prova o bolo de limão com chocolate que a mãe fizera e descobre ser dona de um dom mágico: consegue percepcionar as emoções da mãe ao saborear aquela fatia de bolo. Para seu grande espanto, experimenta desespero na aparente alegria da mãe. Em pouco tempo, torna-se conhecedora de alguns segredos, daqueles que a maioria das famílias preferiria manter guardados: o afastamento do pai, a transgressão da mãe e o isolamento cada vez maior do irmão.

A Frágil Doçura do Bolo de Limão é uma impressionante força narrativa daquelas que surgem a cada dez anos.

Ler excerto aqui


100% Sem Diabetes, de Eduarda Alves
Como controlar a doença através da alimentação

100% Sem Diabetes é um guia prático essencial para todos os diabéticos e seus familiares. Tem por objectivo contribuir para melhorar a sua qualidade de vida, ajudando a conviver com a doença o melhor possível. Assim, de uma forma simples e acessível, desmistifica algumas ideias pré-concebidas sobre a diabetes e proporciona toda a informação em matéria de alimentação, do papel dos vários nutrientes na dieta, do exercício físico, da terapêutica medicamentosa e do estilo de vida em geral, respondendo às dúvidas mais frequentes e resolvendo questões quotidianas.

Inclui 70 receitas fáceis de preparar.

Ler excerto aqui


Adeus, Chucha!, de Patricia Geis e Sergio Folch
Bons Hábitos

Uma colecção de livros divertidos, que motivarão as crianças a aprenderem os bons hábitos de maneira fácil, prática e eficaz. Cada livro inclui uma tabela semanal onde se podem registar as tarefas que as crianças têm de realizar e ir acumulando estrelas autocolantes para a conquista da medalha de campeões!



Vou Comer!, de Patricia Geis e Sergio Folch
Bons Hábitos

Uma colecção de livros divertidos, que motivarão as crianças a aprenderem os bons hábitos de maneira fácil, prática e eficaz. Cada livro inclui uma tabela semanal onde se podem registar as tarefas que as crianças têm de realizar e ir acumulando estrelas autocolantes para a conquista da medalha de campeões!



Vamos Brincar Com o Bolinha, de Eric Hill

O que é que o Bolinha consegue ver da janela do seu quarto? E o que vai ele comer ao pequeno-almoço? Faz rodar os discos deste livro e brinca tu também com o Bolinha!

Vamos Brincar com O Bolinha é um clássico literário que continua a encantar os mais pequenos, os seus pais e educadores.



Relançamentos

Um Refúgio para a Vida, de Nicholas Sparks

Katie, uma jovem reservada e bonita, vai viver para a cidade de Southport, na Carolina do Norte, onde todos se interrogam sobre o seu passado. Que mistérios esconderá aquela mulher que parece determinada a encobrir os seus encantos e evitar novos laços afectivos? No entanto, apesar de todas as suas reservas, Katie começa a criar raízes naquela pequena comunidade, à medida que uma nova amizade e um novo amor lhe vão fazendo baixar as defesas. Nicholas Sparks traz-nos uma protagonista fragilizada e que tem de aprender a lidar com os seus mais fundos receios se quiser voltar a amar.

A adaptação deste romance ao grande ecrã chega a 28 de março de 2013.

Ler excerto aqui



Os Signos do Zodíaco, de Linda Goodman

Em Os Signos do Zodíaco, Linda Goodman faz a análise de cada signo sob diversas facetas – as características que permitem reconhecer o nativo de determinado signo, as suas vertentes masculina e feminina, a sua atitude enquanto chefe ou empregado, entre muitos outros aspectos. Uma leitura que nos fascina e proporciona um maior autoconhecimento bem como uma percepção mais sensível dos outros e das forças que atuam sobre a sua natureza, quando começamos, enfim, a compreender o arco-íris oculto em cada um de nós.





Guia Prático de Horticultura, de Elisabeth Arter

São inúmeras e irresistivelmente cativantes as vantagens de possuir uma horta familiar. Passará a dispor à sua mesa de produtos frescos, mais naturais, variados, saborosos, conseguidos até fora da época. Com o auxílio deste guia ficará a conhecer os aspectos essenciais à concretização da sua horta: o planeamento e a localização, a rotação das culturas, a preparação do terreno, a rega. Ficará a saber um pouco sobre a história de cada vegetal, o seu valor nutritivo, as pragas e doenças que o ameaçam, quando efectuar a colheita e alguns cuidados posteriores. Completam a informação: esquemas, ilustrações explicativas, uma lista das variedades recomendadas, um calendário hortícola e uma selecção sugestiva de fotografias coloridas.


Novo Calendário do Horticultor, de Enrica Boffelli e Guido Sirtori

Eis um manual que permite ao leitor desenvolver e aperfeiçoar as suas culturas hortícolas. O livro está estruturado em forma de calendário vindo facilitar a apreensão imediata das diversas operações mensais a realizar. São oferecidos textos, tabelas e desenhos sobre como trabalhar o terreno, cuidar das plantas, lutar contra os parasitas e a colheita; tudo sobre a água, os adubos e formas de proteger as plantas e ainda mapas com valores meteorológicos para o território nacional. Escrita por dois especialistas o Novo Calendário do Horticultor pode ser um precioso guia para ampliar os seus conhecimentos de horticultura.

Ler excerto aqui


Método Brazelton - A Criança e a Disciplina, de T. Berry Brazelton e Joshua D. Sparrow

Este é o primeiro título de uma série de pequenos livros sobre o comportamento da criança, dirigido a pais e professores. O essencial deste método baseia-se nos “pontos de referência”, um conceito chave que Brazelton designa como a ocasião em que a criança regride, antes de dar o salto no desenvolvimento. A disciplina, o choro e o sono são temas que os autores dedicaram aos três primeiros títulos da série. Com exemplos concretos de grande utilidade é explicado o modo como a disciplina se pode adaptar a cada criança, ajudando-a a crescer e a desenvolver-se saudavelmente.

Ler excerto aqui