quinta-feira, 7 de março de 2013

Amuleto - Novidade



Amuleto, de Roberto Bolaño

«Com 2666, Roberto Bolaño redefiniu a forma do romance; com a narrativa delirante de Amuleto, reinventa aquilo em que a literatura se poderá transformar.» New Statesman

A voz arrebatadora de Auxilio Lacouture narra um crime atroz e longínquo, que só virá a ser desvelado nas últimas páginas deste romance – no qual, de resto, não escasseiam crimes, sejam eles os dos quotidiano, ou os da formação do gosto.
Uruguaia de meia-idade, alta e magra como Dom Quixote, Auxilio ficou escondida na casa de banho das mulheres, enquanto a polícia ocupava, de forma brutal, a Faculdade de Filosofia e Letras da Cidade do México, em 1968. Durante os dias que aí permaneceu, os lavabos converteram-se num túnel do tempo, que lhe permitiu rememorar os anos vividos no México e antever os que estavam por vir.
Neste exercício evoca a poeta Lilian Serpas, que foi para a cama com Che, e o seu desafortunado filho; os poetas espanhóis León Filipe e Pedro Garfias, a quem Auxilio serviu voluntariamente como empregada doméstica; a pintora catalã Remedios Varo e a sua legião de gatos; o rei dos homossexuais da colónia Guerrero e o seu reino de terror; Arturo Belano, uma das personagens centrais de Os Detectives Selvagens; e a derradeira imagem de um assassínio esquecido.

Nas livrarias a 8 de Março

quarta-feira, 6 de março de 2013

Pensar - Novidade



Pensar, de Vergílio Ferreira

«É quase jovialmente que Vergílio Ferreira reflecte sobre a vida, sobre a morte, sobre a arte, o conhecimento, a política, o romance, a humana condição, o próprio pensar o pensamento… São aforismos, são “pequenas moralidades”, dirigidas apelativamente a um narratário não especificado, por vezes coloquialmente… Em suma: são múltiplos os recursos de Vergílio Ferreira para explanação do seu Pensar. É evidente que Vergílio Ferreira se revela aqui com alguma intelectual arrogância – é o seu direito. (…) Magnífica arrogância.» Fernanda Botelho, Colóquio Letras

Publicado pela primeira vez em 1992, Pensar é um misto de diário e de caderno de apontamentos, onde Vergílio Ferreira treina o aforismo, pratica a observação social cáustica, reflete, questiona, problematiza e pensa.
A arte, a beleza, a morte, o tempo, a política, o amor: em Pensar Vergílio Ferreira interroga o quotidiano para encontrar aí aquilo que permanece, que resiste à voragem dos dias.
Um livro fundamental para se conhecer o pensamento de um dos grandes escritores portugueses do século XX.

O Autor
Vergílio Ferreira nasceu em Melo em 1916 e morreu em Lisboa em 1996. Um dos autores maiores do século XX, com uma vastíssima e poderosa obra, foi ficcionista, ensaísta e ainda professor. A sua prosa, inicialmente ligada ao neorrealismo, foi gradualmente ganhando contornos existencialistas. Vergílio Ferreira foi galardoado em 1992 com o Prémio Camões, o mais importante prémio literário que distingue um autor de língua portuguesa pelo conjunto da sua obra.

Nas livrarias a 8 de Março

Novidades Asa



A Provação do Inocente, de Agatha Christie

Condenado a prisão perpétua, Jacko Argyle sucumbiu a uma pneumonia e acabou por morrer sem conseguir provar a sua inocência. Acusado de assassinar a mãe adoptiva, o jovem jurou em tribunal ter um álibi e até uma testemunha. Mas essa pessoa nunca foi encontrada.
Acabado de chegar de uma longa viagem, Arthur Calgary tem informação que permite limpar o nome de Jacko, ainda que postumamente. A inocência de Jacko implica a culpa de outra pessoa… mas só a família estava em casa naquela noite fatal…

A Provação do Inocente (Ordeal by Innocence) foi originalmente publicado em 1958 na Grã-Bretanha, tendo sido editado nos Estados Unidos no ano seguinte. Foi adaptado para o cinema em 1985 e para a televisão em 2007.

A Autora
Agatha Christie nasceu Agatha May Clarissa Miller, em Torquay, na Grã-Bretanha, em 1890. Em 1971, a Rainha Isabel II consagrou-a com o título de Dame of the British Empire. Deixando para trás um legado universal celebrado em mais de cem línguas, a Rainha do Crime, ou Duquesa da Morte (como ela preferia ser apelidada), morreu em 12 de Janeiro de 1976.

Em 2000, a 31st Bouchercon World Mystery Convention galardoou Agatha Christie com dois prémios: ela foi considerada a Melhor Escritora de Livros Policiais do século XX e os livros protagonizados por Hercule Poirot a Melhor Série Policial do mesmo século.

Nas livrarias a 8 Março


Ligeiramente Casados, de Mary Balogh

Como todos os Bedwyn, Aidan tem a reputação de ser arrogante. Mas este nobre orgulhoso tem também um coração leal e apaixonado – e é a sua lealdade que o leva a Ringwood Manor, onde pretende honrar o último pedido de um colega de armas. Aidan prometeu confortar e proteger a irmã do soldado falecido, mas nunca pensou deparar com uma mulher como Eve Morris. Ela é teimosa e ferozmente independente e não quer a sua protecção. O que, inesperadamente, desperta nele sentimentos há muito reprimidos. A sua oportunidade de os pôr em prática surge quando um parente cruel ameaça expulsar Eve de sua própria casa. Aidan faz-lhe então uma proposta irrecusável: o casamento, que é a única hipótese de salvar o lar da família. A jovem concorda com o plano. E agora, enquanto toda a alta sociedade londrina observa a nova Lady Aidan Bedwyn, o inesperado acontece: com um toque mais ousado, um abraço mais escaldante, uma troca de olhares mais intensa, o “casamento de conveniência” de Aidan e Eve está prestes a transformar-se em algo ligeiramente diferente…
A Autora
Autora premiada e presença constante nas listas de bestsellers do New York Times, Mary Balogh cresceu em Gales, terra de mar e montanhas, músicas e lendas. Ela levou consigo a música e uma imaginação vívida quando se mudou para o Canadá. Aí iniciou uma auspiciosa carreira como autora de livros com finais felizes e que celebram o poder do amor. Os seus romances históricos venderam já mais de 4 milhões de exemplares em todo o mundo. Na ASA estão publicados Uma Noite de Amor e Um Verão Inesquecível.

Nas livrarias a 28 Março

A Filha do Papa - Novidade


A Filha do Papa, de Luís Miguel Rocha

O novo thriller de Luís Miguel Rocha, o primeiro autor português a figurar no top do New York Times, chama-se A Filha do Papa e está à venda a partir de 11 de Março. Dois dos principais escritores portugueses da actualidade, José Rentes de Carvalho e Valter Hugo Mãe, leram, antecipadamente, esta nova obra e elogiaram o autor.
Depois do enorme sucesso de A Mentira Sagrada, publicado pela Porto Editora em 2011, A Filha do Papa, uma obra cheia de acção, centra-se na figura de Pio XII e lança uma pergunta: terá sido o antissemitismo a verdadeira razão da não beatificação do papa?

“Há por aí a moda de classificar os livros com estrelas. Cinco para os muito bons. Aos que li de Luís Miguel Rocha, não daria eu essas cinco, que são de pechisbeque e coitadinhas, mas as três com que a Michelin distingue a qualidade e o talento dos cozinheiros do topo. Porque não haja dúvida: no uso dos ingredientes, no preparo das cenas, no ritmo, no desenho dos personagens, no "cozinhar" do enredo, Luís Miguel Rocha é um grand chef.” José Rentes de Carvalho

“Um mestre de contar histórias. Exímio a mostrar cada instante e cada pormenor, como se projetasse cinema na nossa imaginação. Este livro é um vírus. Domina-nos.” Valter Hugo Mãe

O Livro
Será o antissemitismo a verdadeira razão para o Papa Pio XII não ter sido beatificado?
Quando Niklas, um jovem padre, é raptado, ninguém imagina que esse acontecimento é apenas o início de uma grande conspiração que tem como objetivo acabar com um dos segredos mais bem guardados do Vaticano – a filha do Papa Pio XII. Rafael, um agente da Santa Sé fiel à sua Igreja e à sua fé, tem como missão descobrir quem se esconde por detrás de todos os crimes que se sucedem e evitar a todo o custo que algo aconteça à filha do Papa. Conseguirá Rafael ser uma vez mais bem-sucedido? Ou desta vez a Igreja Católica não será poupada?

O Autor
Luís Miguel Rocha nasceu em 1976 na cidade do Porto, onde mora depois de ter residido dois anos em Londres. Foi repórter de imagem, tradutor e guionista. Actualmente, dedica-se em exclusivo à escrita.
A Filha do Papa é o seu sexto livro, depois de Um País Encantado (2005), O Último Papa (2006), Bala Santa (2007), A Virgem (2009) e A Mentira Sagrada (2011).
As suas obras estão publicadas em mais de 30 países e foi o primeiro autor português a entrar para o top do The New York Times. O Último Papa, bestseller internacional, vendeu mais de meio milhão de exemplares em todo o mundo.

À semelhança do que aconteceu com A Mentira Sagrada, A Filha do Papa vai ser divulgado em digressão nacional.
O lançamento do livro está já agendado para o ciclo literário Porto de Encontro, no Porto, a 17 de Março.

Nas livrarias a 11 de Março