Ilha de Vidro, de Nora Roberts
Se o segundo livro desta trilogia me pareceu
mais lento e enfadonho, este terceiro foi uma explosão de interesse.
Agarrou-me desde o primeiro capítulo e prendeu-me quando, após o segundo
livro, estive quase a desistir da trilogia.
Os guardiões conseguiram
já a segunda estrela e estão agora alojados na casa de Bran, no verde
condado de Clare na Irlanda. A casa que Bran construiu, sem saber, por
cima das ruinas da casa de Doyle. Será coincidência? Vão também
descobrir outras pequenas coincidências que os podem levar ao local da
terceira estrela. Mas Nerezza está a recuperar da ultima batalha e já só
pensa em vingança.
Este livro leu-se de um sopro. Centra-se em Doyle
e Riley, mas principalmente em Doyle que tem de fazer as pazes com o
passado e com a sua maldição.
As descrições da ilha de vidro são um
espanto. Fazem-nos querer ficar lá, naquela ilha maravilhosa onde tudo e
todos vivem em paz.
Só fiquei com pena que achei o final demasiado apressado.
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