quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Ilha de Vidro, de Nora Roberts

Se o segundo livro desta trilogia me pareceu mais lento e enfadonho, este terceiro foi uma explosão de interesse. Agarrou-me desde o primeiro capítulo e prendeu-me quando, após o segundo livro, estive quase a desistir da trilogia.

Os guardiões conseguiram já a segunda estrela e estão agora alojados na casa de Bran, no verde condado de Clare na Irlanda. A casa que Bran construiu, sem saber, por cima das ruinas da casa de Doyle. Será coincidência? Vão também descobrir outras pequenas coincidências que os podem levar ao local da terceira estrela. Mas Nerezza está a recuperar da ultima batalha e já só pensa em vingança.
Este livro leu-se de um sopro. Centra-se em Doyle e Riley, mas principalmente em Doyle que tem de fazer as pazes com o passado e com a sua maldição.
As descrições da ilha de vidro são um espanto. Fazem-nos querer ficar lá, naquela ilha maravilhosa onde tudo e todos vivem em paz.
Só fiquei com pena que achei o final demasiado apressado.

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